Trata-se de um ‘gadget’, fabricado na China por um fabricante desconhecido, que imita o novo tablet da Apple. Com arquitetura ARM com base no núcleo Cortex-A8, tela de 7 polegadas no formato widescreen (19:9), 332 gramas, G-sensor, WIFI, não suporta 3G até o momento e com todas as ferramentas Google devido ao sistema operacional. Confira as fotos.
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Clone do iPad roda Android
quinta-feira, 15 de abril de 2010Empresa alemã apresenta o tablet WePad, concorrente do iPad
segunda-feira, 12 de abril de 2010
A fabricante de produtos de tecnologia Neofonie GmbH, da Alemanha, apresentou nesta segunda-feira (12), em Berlim, seu tablet WePad.
Com tela de 11,6 polegadas e 800 gramas, o aparelho será o principal concorrente do iPad, da Apple na Europa. Entre as vantagens sobre o produto americano, a fabricante destaca a câmera e as entradas USB, além do suporte para Flash.
O tablet alemão tem processador Intel Atom N450 de 1.66GHz e roda o sistema operacional Android, do Google. O aparelho tem Wi-Fi, Bluetooth e 3G opcional. A bateria dura cerca de seis horas, de acordo com a fabricante.
O produto chega às lojas europeias em julho, em duas versões. Com 16GB e Wi-Fi, custará 449 euros. O WePad de 32GB e com conexão 3G custará 569 euros. Ainda não há previsão de lançamento em outros continentes.
G1
Desenvolvedores criam 4 mil aplicativos por mês para Android
terça-feira, 23 de março de 2010Seguindo a receita da Apple, com sua App Store, o Google fundou o seu Android Market, que em setembro do ano passado alcançou a marca de dez mil aplicativos para o sistema operacional Android, agora, foi descoberto que o Android Market já possui em seus servidores um número por volta de 30 mil aplicativos entre gratuitos e pagos.
É um numero muito bom levando-se em conta o intervalo de tempo, de quase cinco meses, e um incremento de 20 mil aplicativos, o que daria uma média de quatro mil aplicativos/mês desenvolvidos para a plataforma de smartphones do Google. Não é só nos aplicativos que o Android vem crescendo, os principais fabricantes de dispositivos móveis estão aderindo ao sistema operacional, como Samsung, HTC, Motorola, LG e Sony, com novos parceiros a vista como Acer, Gigabyte e Dell.
A loja de aplicativos da Apple para iPhone/iPod, App Store, contêm cerca de 140 mil aplicativos, que tem gerado uma boa receita para esta e seus colaboradores e deverá servir de base para o iPad também. Recentemente, pôde-se notar que, além de smartphones para Android foram mostrados muitos tablets que virão com o sistema operacional do “robozinho verde”, os quais fomentarão novas fornadas de aplicativos para uso nesses dispositivos fazendo com que a base de aplicativos do Android Market cresça mais ainda.
Segundo a empresa de pesquisas Research2guidance, o mercado de aplicativos deverá alcançar uma marca de US$ 15 bilhões até 2013, valor que enche os olhos de empresas como Nokia, Apple, Google, Samsung e Microsoft, todos querendo seu quinhão desse bolo.
Google se une a Intel e Sony para projeto de televisão com internet
sexta-feira, 19 de março de 2010SÃO FRANCISCO – O Google está trabalhando com a Intel e a Sony para criar uma nova classe de televisores e set-top boxes equipados com internet. O produto, conhecido por enquanto como Google TV, estaria sendo desenvolvido há alguns meses e seria baseado no sistema Android, atualmente utilizado em smartphones, de acordo com o New York Times. A Logitech também estaria envolvida no projeto, criando periféricos para o produto, como um miniteclado.
De acordo com o New York Times, o objetivo é produzir uma tevê na qual seja fácil utilizar aplicativos web como Twitter, além de estimular desenvolvedores a criar programas específicos para a Google TV. Para o Google, o negócio representa uma nova plataforma de vendas de anúncios. A Sony procura uma vantagem sobre seus competidores e a Intel procura novos produtos que utilizem seus chips Atom, hoje instalados em laptops.
A iniciativa não é a primeira, mas até hoje não há nenhum produto realmente popular que una TV e internet. A Microsoft tem o Windows Media Center, que permite acessar todo o conteúdo do computador na televisão através do Xbox 360.
Steve Jobs tem a Apple TV, que se conecta ao ITunes e baixa o conteúdo que pode ser visto na tevê. Tudo sem fio, um luxo que chegou a ser chamado de “DVD killer” na época do lançamento, em 2007, mas ainda não deslanchou.
Ex-evangelista de XML da Sun, Tim Bray, é contratado para a equipe do Android.
quarta-feira, 17 de março de 2010Um ex-funcionário da Sun e co-inventor do Extensible Markup Language (XML), Tim Bray, trocou a Oracle pelo Google, onde será um “desenvolvedor-defensor” da equipe de desenvolvimento do Android, no Google. A informação foi anunciada por Bray, em seu blog. “Recebi uma oferta para permanecer na Oracle, mas decidi recusar. Talvez eu conte a história quando possa falar sobre o assunto sem que isso me afete”, escreveu.
Bray foi diretor de tecnologias web da Sun, mas talvez seja mais conhecido como um dos criadores do XML, sistema padrão para troca de dados e documentos por múltiplos sistemas. Subsequentemente, o uso do XML serviu de base para a maior parte dos protocolos de serviços web, bem como para o popular Really Simple Syndication (RSS).
Tradicionalmente a Oracle se apresentou como defensora do XML, usando-o como língua-franca para permitir que diferentes componentes da próxima geração do middleware Fusion compartilhem informações.
No post de seu blog, Bray citou inúmeras razões para ir para o Google, a maioria delas centrada no Android. Ele disse admirar o projeto Android por ser open source, por suas interfaces de programação de aplicativos e pelo fato dele competir com o iPhone, da Apple. “A visão do iPhone sobre o futuro da internet móvel” é “um jardim da Disney cercado por advogados de dentes afiados. As pessoas que criam aplicativos servem à vontade do dono do jardim”, escreveu.
Bray não é o único ex-funcionário da Sun que agora está escrevendo posts com franqueza sobre o mundo da TI. O ex-CEIO da Sun, Jonathan Schwartz, deu início a um blog após deixar a companhia, após a aquisição pela Oracle. O mesmo fez o ex-Chief Open Source Officer, Simon Phipps.
iPhone perde mercado para o Android
quinta-feira, 4 de março de 2010Em fevereiro, sistema da Apple teve queda de 3,2% no market share em acessos móveis à web; sistema do Google cresceu 44% no último trimestre.
Se a Apple ainda precisava de alguma razão para atacar a HTC e, indiretamente, o Google, pode conferir um relatório divulgado pela Quantcast, empresa que analisa o tráfego na Internet. Segundo a companhia, em fevereiro, o iPhone perdeu 3,2% de sua participação no mercado, em matéria de acessos móveis à Internet, em comparação com os rivais da RIM e do Google.
E o crescimento do Android não se limita ao último mês. No último trimestre, a participação do sistema da Google cresceu 44% em relação ao período anterior e quase dobrou, quando comparado com o mesmo trimestre do ano passado. Já o sistema da Apple caiu quase 10%, em relação ao mesmo trimestre de 2009.
Vale lembrar que o iPhone continua na liderança em matéria de acessos móveis à web, respondendo por mais de 60% das conexões, mas o Android tem subido em ritmo acelerado, respondendo por 15,2% das ocorrências em fevereiro de 2010. As vendas do celular da Apple continuam fortes. Mas não é prudente a Apple menosprezar um concorrente como o Google.
MacWorld
57% da Android Market é grátis, contra 25% da Apple Store
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010A empresa de análise Distimo recentemente liberou algumas informações sobre as maiores app stores que temos, e os resultados são bastante interessantes. Por exemplo: a loja do Android tem, disparadamente, a maior proporção de apps gratuitos.
A Apple e a BlackBerry estão quase empatadas neste quesito, com 25% e 24% de apps gratuitos, respectivamente. A loja do Android mais do que dobra esse número, com 57% não custando um centavo. É claro que, se levarmos em conta o número total de aplicativos, a loja da Apple tem mais apps grátis do que a soma dos grátis e pagos no Android, mas é interessante ver as diferenças relativas.
Surpreendente é ver que a predominância de apps “free” não faz com que pagos no Android sejam mais baratos. O preço médio de um aplicativo pago na loja da Apple é US$ 3,62, enquanto na Android é US$ 3,27. Os donos de BlackBerry, no entanto, pagam em média US$ 8,26. Na loja do BlackBerry, por exemplo, você paga US 29,99 pelo IM+, que sai por US$ 4,99 na da Apple.
Apple veta o uso da palavra Android na App Store
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010- Desenvolvedor afirma que seu aplicativo foi rejeitado por conter uma menção ao sistema operacional do Google -
A política “linha dura” da Apple, que costuma rejeitar muitos aplicativos para sua loja online de softwares para iPhone e iPod por razões polêmicas, parece ter atingido um novo nível.
Segundo o desenvolvedor Tim Novikof, criador do aplicativo para iPhone Flash of Genius, seu programa foi “censurado” por conter um texto de identificação que fazia menção a um prêmio recebido por sua versão para Android.
De acordo com Novikof, ele recebeu um comunicado do departamento de aprovação da Apple com a seguinte informação: “durante nosso processo de análise, identificamos que seu aplicativo contém informações não apropriadas em sua descrição. Embora seu software não tenha sido rejeitado, é recomendável remover o texto Finalist in Google’s Android Developer’s Challenge.”
No final do texto, há a informação de que ao fazer isso, ele evitará “a interrupção na disponibilidade do programa”.
Apple e Google disputarão cada comprador de smartphone em 2010
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009A grande disputa pela preferência do comprador de smartphones em 2010 se dará entre o iPhone, da Apple, e os aparelhos com Android. O sistema operacional móvel do Google foi tema de pesquisa feita pela empresa americana de análise de mercado comScore, e que foi divulgado nesta quinta-feira (17/12).
O estudo destaca que o conhecimento do consumidor americano em relação ao sistema vem crescendo rapidamente. Em relação a compras futuras, 17% dos que estão em busca de um smartphone consideram comprar um aparelho com Android nos próximos três meses. Entre os que pretendem comprar um dos modelos de iPhone, a proporção é de 20%.
Em desejo de compra, a marca líder é a BlackBerry, com 51% dos entrevistados afirmando que pretendem comprar um modelo da RIM.
No mercado americano de smartphones, o BlackBerry, da Research in Motion (RIM), é líder, com 15 milhões de usuários, seguido pelo iPhone da Apple, usado por 9 milhões. Aparelhos com o Windows Mobile, da Microsoft, somam 7,1 milhões de usuários. Aproximadamente 36 milhões de americanos têm um smartphone, enquanto 196 milhões usam celulares comuns.
O estudo destaca que a fatia de mercado do Android é relativamente pequena – 3,5% em outubro de 2009 -, porém dobrou de tamanho em relação ao ano passado.
Ainda em relação ao iPhone, o consumo de mídia móvel, uma informação que dá a dimensão da geração de receita para as operadoras, é relativamente parecida com a do Android: 94% dos usuários da Apple baixaram algum tipo de mídia, ante 92% dos que usam Android – a média entre donos de smartphone é 80%.
Sobre a intenção de compra de modelos específicos, 18% dos que pretendem adquirir um smartphone consideram o BlackBerry Pearl, mais que os 14% que preferem o iPhone 3GS. O aparelho com Android mais cobiçado, o Motorola Droid, teve a preferência de 8% dos entrevistados.
IDG Now!
Loja de aplicativos Android atinge 20 mil apps
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
De acordo com o AndroLib, a plataforma Android chegou hoje a 20 mil aplicativos disponíveis para seus usuários. O Android Market surgiu em outubro de 2008 e demorou 10 meses até atingir os primeiros 10 mil apps. Para dobrar foram apenas 4 meses. O iPhone tem atualmente mais de 100 mil aplicativos na Apple Store.
O AndroLib é uma ótima alternativa ao Android Market na hora de navegar e procurar aplicativos para seu smartphone Android. O Google na verdade nunca cita a quantidade de aplicativos que o Android Market possui, mas o AndroLib lista todos eles e fornece uma interface mais fácil de navegar.
É fácil ver que a plataforma Android tem potencial e que a base de desenvolvedores está crescendo apesar da insatisfação de alguns deles. Segundo o AndroLib, hoje cerca de 37% dos aplicativos para a plataforma do Google são pagos (ou seja, 63% são gratuitos).
A combinação de crescimento da plataforma, uma gigante da internet por trás e uma plataforma mais aberta com menos restrições na aprovação de softwares, pode ser a receita para o sucesso e uma grande ameaça à Apple neste mercado.
Tecnoblog



