Reuters, SÃO FRANCISCO – O Android, do Google, será o segundo sistema operacional para celular mais popular do mundo ainda este ano, ultrapassando rivais como Microsoft, Research in Motion e Apple, de acordo com um novo relatório da Gartner. A empresa afirma ainda que até 2014 o Android deverá ter quase 30% do mercado mundial, desafiando o domínio do Symbian, da Nokia, que reina absoluto há anos.
Segundo a Gartner, uma variedade de aparelhos Android mais baratos devem chegar ao mercado na segunda metade de 2010 acelerando o crescimento da plataforma. Mantido esse ritmo, o sistema chegará à segunda posição do mercado dois antes anos do inicialmente previsto.
O mercado de software para aparelhos móveis se tornou um dos principais campos de batalha para empresas de tecnologia, com o aumento do interesse dos usuários em telefones que acessam a internet, tocam música e rodam videogames.
A Apple criou o mercado de smartphones com o lançamento do iPhone, em 2007. Para o Google, maior ferramenta de buscas do mundo, essa transição é chave para manter e expandir seu negócio de publicidade, que chega a quase US$ 24 bilhões.
O Google oferece o sistema Android gratuitamente para os fabricantes. Mais de 200 mil aparelhos – de empresas como Motorola, HTC e Samsung – são vendidos todos os dias, disse recentemente o presidente-executivo Eric Schmidt. O Android se tornou o sistema número 1 em smartphones nos EUA no segundo trimestre, segundo a NPD.
O Symbian, da Nokia, mantém a liderança mundial, graças ao amplo sistema de distribuição da empresa. Mas a Nokia tem enfrentado dificuldades para competir no setor de smartphones de ponta, perdendo espaço para o iPhone e o Android.
Na última sexta-feira, a gigante finlandesa anunciou a contratação de Stephen Elop, ex-Microsoft, como presidente-executivo no lugar antes ocupado por Olli-Pekka Kallasvuo, numa tentativa de reanimar a empresa.


A Verizon, operadora norte-americana, deve lançar em breve no mercado o HTC Incredible, um novo smartphone Android com hardware poderoso.
Este história começou com a persistência da TechCrunch a afirmar que existia um Googlephone há algumas semanas atrás, mas foi durante o final da semana que tweets de funcionários do Google tornaram os rumores em potenciais realidades. Um tweet dizia por exemplo:
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